O CRP10 - Pará e Amapá esteve à frente na divulgação da mobilização contra o PL que define o ato médico no último dia 09 através de seus meios locais de comunicação junto aos psicólogos e demais categorias.
A mobilização regional foi decidida em reunião, ocorrida dia 04/03 com representantes de outras categorias, para discutir o tema, como Conselho Regional de Farmácia, Fonoaudiologia e Serviço Social. No dia da mobilização, estiveram presentes estudantes de psicologia, representantes dos conselhos e sindicatos de Farmácia, Fonoaudiologia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional.
A participação da mídia no dia da mobilização, liderada pelo CRP – 10, seja através de notícias transmitidas tanto em meio impresso como televisivo na mídia local, permitiu esclarecer às demais categorias, estudantes e a própria sociedade as vicissitudes e implicações atreladas ao PL do Ato Médico, evolvendo a perda de autonomia das profissões de saúde, que tanto lutaram por sua independência e regulamentação.
Vale ressaltar que os meios de comunicação puderam ratificar à população que a mobilização não teve o objetivo de se posicionar contra a categoria médica, ao contrário, a profissão deve, sim, buscar por sua regulamentação; os questionamentos das profissões da área da saúde são referentes ao artigos propostos pelo projeto que centralizam na figura médica, procedimentos que até então são regulamentos pelas categorias atualmente prejudicadas pelo Ato Médico.

Em Santarém, Oeste do Pará, os alunos e profissionais da área de Saúde do Instituto Esperança de Ensino Superior (IESPES) - Psicologia, Enfermagem e Farmácia, estiveram reunidos para um debate acerca do Projeto de Lei, onde tiveram a oportunidade de expressar suas opiniões e conhecer mais a proposta do Projeto de Lei e a sua a importância na defesa da equipe multi e interdisciplinar; a interação entre o saberes no que tange o compromisso com a saúde do ser humano e, antes de tudo, o respeito e reconhecimento a todos os saberes profissionais: médicos e não-médicos; e assim, todos finalizaram com posicionamento contrário ao PL do Ato Médico.